24.2.06


alguns dias atrás recebi um convite via e-mail, e quer saber? tô começando a gostar dessa coisa de escrever com prazos, com o "pêso" da imposição.
pois é.
e no meio de dois moços talentosos, cá estou eu no site do centro cultural dragão do mar, com um textinho bastante carnavalesco:

UMA SAUDADE CHAMADA ARLEQUIM.

leiam meus queridos, leiam.
thanks.
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"A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa imcompreensão".

caio fernando abreu

ao caio, apenas o meu silêncio.

19.2.06

sem título

Depois de uma pausa nas bolhas de sabão, aqui estou eu, de volta e sem pretensão alguma, quer dizer, poucas.
Dezembro e janeiro entraram com hóspedes, depois veio fevereiro me trazendo uma morena bonita e que cozinha bem, mas o fato é que estou um pouco cansada, preciso de livros, mais cinema, teoria, acordar cedo, comer na hora certa, voltar pra minha hidroginástica, pro meu inglês, voltar pra minha rotina.
BH já grita de um outubro distante e eu numa euforia inexplicável.
Tenho planos atualizados para o ano par. Vou fazer duas especializações, uma em literatura brasileira e outra em comunicação e cultura, e não vejo a hora de sentir o gostinho bom de responder a chamada por mais uma vez, de sentar numa cadeira e fazer anotações, me preocupar com trabalhos e xérox. Sim sim, eu sou exagerada mesmo.
Dia de quarta é agendado para um grupo de estudos de dois, ou melhor, duas, uma dupla. Eu e ELA. Tagarelando teorias.
Comprei um aquário e tenho três peixinhos sem nome, muito embora aquela minha tia do interior tenha me dito que aquário dá azar, eu estou muito feliz com o meu. Esperemos.
Andei produzindo clandestinamente, mas assim que baterem o martelo, colocarei o link do site onde será publicado um textinho meu, totalmente carnavalesco, e com aquela pitada de tristeza no final [que já é característica, dizem...]
Carnaval passarei em casa, com um carro que se gasta gasta e a mazela num some.
Tenho 15 livros novos para ler e uma lista de filmes para atualizar.
Já não saio mais, ando meio intolerante com as pessoas, ou as pessoas comigo. Não sei.
Tenho sentido um certo abuso dessa Fortaleza, mas há de ser passageiro.
Uma vontade de estar em Londres com ELE.
Dia vinte e dois a morena volta praquele Acre agora inundado, e terei tempo pra escrever com mais freqüência aqui, na COLUNA e no meu diário fechado a sete chaves [risos].
Chove, chove, chove... que é pro sertão parar de chorar.

18.2.06




Pra ela, todas as flores do mundo.

mãe, desejo dias felizes pra tu. um ótimo aniversário. amo.


passei a noite engasgada com um texto bonito pra tu, mas como tu é em mim uma imensidão inexplicável, eu, como sempre, não consigo colocar no papel.

31.1.06


são pedro disse: vai chover lá no sertão.


Pequeno poema de após chuva

Frescor agradecido de capim molhado
Como alguém que chorou
E depois sentiu uma grande, uma quase envergonhada alegria
Por ter a vida
Continuado...

Mário Quintana.

30.1.06

bodas de algodão


tocava I'm Sam...
e eu sequer imaginava que um dia ficaria maior que um metro e meio.


25.1.06

sem título:

porque ELA escreve que é uma beleza!
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prazo prazo, eu tenho medo de prazos!!!
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pior é começar a ter crises de tpm aos quase 25 anos.
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um tic tac acolá, um tum tum tum do lado de cá.
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o bolo feito para comemorar o aniversário de são paulo, durou apenas 4 segundos. e foi a cena mais feia que já vi na televisão brasileira, aquele povo todo correndo, pegando o bolo com a mão, jogando em bacias para levar pra casa... etc etc etc.
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pois.
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19.1.06

Momento Diarinho:

¬ Tô viva meu povo!
¬ O verbo de hoje é: nadar.
¬ "De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário" [da Lispector].
¬ O que toca do lado de cá é a moça Adriana Calcanhoto, com a musiquinha Saiba.
¬ E por falar na cantora aí, o show dela no parque foi delicinha. Pena que não levei o banquinho como muitas crianças, na certa teria visto mais a produção animada do show.
¬ Fiquei sem dá notícias aqui por conta da falta de tempo. Os hóspedes foram embora e tudo volta a ser rotineiro, com alguns acréscimos, como por exemplo a minha nova ocupação, que é de trabalhar no núcleo de literatura do dragão do mar em companhia agradabilíssima; tem também a hidroginástica que voltei a fazer para gastar toda essa reserva de energia acumulada dentro de mim, que me pesa tanto a ponto de me deixar mole.
¬ "À vida falta uma porta" [do Ferreira Gullar].
¬ Das palavras bonitas: ternura.
¬ Livros e mais livros novos, espero ter tempo para ler e "resenhar".
¬ Estou aceitando sugestão para corte de cabelo.
¬ Peço por favor que não me perguntem onde irei passar o carnaval, pois estou deveras irritada com esta data festiva. Obrigada!
¬ Pessoas, tpm por vir. Cuidado!
¬ Tão dizendo aê que o Pitulico vai ressuscitar.
¬ "Ninguém vai me acorrentar
Enquanto eu puder cantar
Enquanto eu puder sorrir
Enquanto eu puder cantar
Alguém vai ter que me ouvir
Enquanto eu puder cantar
Enquanto eu puder seguir
Enquanto eu puder cantar
Enquanto eu puder sorrir
" [do Chico].
¬ Arruma um tempinho pra lua, COISINHA ocupada.
¬ Rapaz, toooodo esse auê com intervenções artísticas, essa intriga de que o centro cultural é isso, que o jornalismo é aquilo. Ai meu pai, se preocupar pra quê? Alguém pode dizer quem paga minhas contas? Entonce...
¬ Viciada em novela. Depois de Senhora do Destino, mais uma trama global me fisgou. Belíssima é belíssima. Prfff...
¬ O Bebedouro já não é mais o mesmo.
¬ Meu AGENTE, dê notícias.
¬ "Pena não haver tempo para além das manchas" [da Márcia Tiburi].
¬ Alguém que queira assistir A Passagem comigo?
¬ Se eu pudesse passaria o carnaval no acre, se eu pudesse...
¬ Sábado a tarde, todas as oficinas do mundo estão fechadas. O carro começa a engasgar, a desmaiar... e morre.
Sem ter por quem clamar, liguei para o Zezinho, o homem que vende peças aqui pertinho de casa e que conhece alguns mecânicos...
- Zezinho, aqui é a Luana. Preciso de um socorro mecânico, meu carro não liga, acho que é problema elétrico... eu sei que você tá de folga mas eu preciso que me ajude.
- Tudo bem Luana, chego já aí.
[minutos depois, lá vem Zezinho com uma bateria de carro pendurada no ombro]
- Quê que houve?
- Não sei Zezinho, o carro ficou assim de repente e pifou.
[segundos depois...]
- Minha filha, coloque gasolina coloque.
- ...
¬ Alguém que queria me fazer feliz, basta me presentear com o livro: Dias Raros do João Carrascoza. Obrigada!
¬ "Descansa: pouco te chorarão. O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco, quando não são de coisas nossas.Quando não são do que acontece aos outros, sobretudo a morte, porque é a coisa depois da qual nada acontece aos outros..." [do Pessoa].
¬ Unimed, ô convênio bosta!
¬ Literatura brasileira + comunicação e cultura. Eu quero eu quero.
¬ Alegria de pobre dura pouco. A gasolina que até semana passada estava de 2,39 agora aumentou para 2,65. Eu não posso com o meu Brasil!
¬ "Me perguntaram, assim, o que tu acha de tal coisa. Pô, eu não sei o quê que eu acho. Na hora eu acho uma coisa, meia hora depois eu posso achar outra. Eu não tenho opinião definida sobre nada. Não acho que isso seja insegurança. Acho que é abertura, acho que tudo é passível de uma outra interpretação" [do Caio].
¬ Coisa de virginiano? Acho que sim, penso que não...

4.1.06

eis o primeiro post de dois mil e seis.

e comecei o ano bem:
carro esquentando mas tá tudo resolvido.
louça que dura três dias para ser lavada, ultrapassando todas as barreiras do meu nojo.
show do los hermanos e wanessa da mata para ir.
duas especializações para escolher.
um cabelo que não é mais ruivo.
um suposto trabalhinho à vista naquele centro cultural.
uma coluna de cinema e literatura num jornal impresso lá de rio branco para fevereiro.
uma outra coluna que fala sobre blogs também num jornal impresso de rio branco, com a companhia queridíssima do mestre e colunista CARLITINHO CAVALCANTI.
o edital de minas e uma pitadinha de esperança.
um MONTE DE CARINHO em pleno dia primeiro.
um livro ensaboado.
gordurinhas a mais graças ao centrum.

e vamos falar de produções:
resenha do livro O DOIDO DA GARRAFA.
leiam.

obrigada e até logo.