- alento -
“Quando mais nada houver eu me erguerei cantando, saudando a vida com meu corpo de cavalo jovem.
E numa louca corrida entregarei meu ser ao ser do Tempo e a minha voz à doce voz do vento.
Despojado do que já não há solto no vazio do que ainda não veio, minha boca cantará cantos de alívio pelo que se foi, cantos de espera pelo que há de vir.”
aspas de caio fernando abreu.
Por
Luana Cavalcanti às
2:20 AMh
|